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A PESSOA IDOSA INSTITUCIONALIZADA: AUTOPERCEÇÃO DE SAÚDE


 
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1. Título Título do documento A PESSOA IDOSA INSTITUCIONALIZADA: AUTOPERCEÇÃO DE SAÚDE
 
2. Autor Nome do Autor, afiliação institucional, país Maria João Correia São José; Unidade de Saúde Familiar Lusitânia do Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Central; Portugal
 
2. Autor Nome do Autor, afiliação institucional, país Ermelinda Caldeira; Escola Superior de Enfermagem São João de Deus da Universidade de Évora; Portugal
 
2. Autor Nome do Autor, afiliação institucional, país Teresa Dionísio Mestre; Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Beja
 
3. Assunto Área(s) do Conhecimento
 
3. Assunto Palavras-chave(s)
 
4. Descrição Resumo

Introdução: A nível mundial são notórias as alterações demográficas, como consequência do aumento dos índices de envelhecimento e de longevidade. O envelhecimento assume-se como transversal a todas as regiões do mundo. Em Portugal, as projeções indicam uma duplicação do índice de envelhecimento até ao ano de 2080. Perante as alterações sócioculturais, políticas e económicas, deveras significativas na dinâmica familiar atual, a institucionalização afirma-se como a solução que melhor responde às necessidades da pessoa idosa, que vê a sua dependência e/ou autonomia limitada, não permitindo que permaneça no domicílio. Neste sentido, avaliar a perceção de saúde da pessoa idosa, nomeadamente o bem-estar físico, mental e social poderá viabilizar um conhecimento efetivo das suas necessidades e limitações. Objetivo: Identificar a perceção de saúde dos residentes de uma estrutura residencial para idosos no concelho de Évora. Metodologia: Estudo descritivo de abordagem quantitativa. Recorreu-se ao inquérito EASY-Care como instrumento de colheita de dados. Este, permite identificar as limitações e necessidades percecionadas. Amostra intencional de 58 pessoas com idade ≥ 65 anos, residentes num lar de idosos do concelho de Évora. Resultados: Média de idades 87,8 anos, maioritariamente mulheres. A autoperceção de saúde foi validada como “razoável” em 36,2%, 20,7% como “fraca” ou “muito boa” e 3,4% como “excelente”. Conclusões: A peceção de saúde da população estudada é evidenciada de forma diminutiva face às alterações a nível físico, cognitivo e social.Descritores: Idoso, Institucionalização, Envelhecimento, Autoperceção, Saúde.

 
5. Editora Editora, localização Universidade de Évora
 
6. Contribuidor Patrocínio
 
7. Data (YYYY-MM-DD) 2022-05-17
 
8. Tipo Situação & gênero Artigo Revisto por Pares
 
8. Tipo Tipo
 
9. Formato Formato do Documento PDF, PDF (English)
 
10. Identificador Identificador Universal Único (URI) https://revistas.uevora.pt/index.php/saude_envelhecimento/article/view/520
 
10. Identificador Digital Object Identifier http://dx.doi.org/10.24902/r.riase.2021.7%283%29.520.325-339
 
11. Fonte Título da Revista/conferência; V., No. (ano) Revista Ibero-Americana de Saúde e Envelhecimento; v. 7, n. 3 (2021): RIASE
 
12. Idioma Português=pt pt
 
14. Cobertura Localização geográfica, cronológica, amostra (género, idade, etc.)
 
15. Direitos Direitos de Autor e Permissões

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