Os tempos que se seguem em medicina. O meta-consentimento versus resiliência do individualismo: o filtro da recusa

João Vaz Rodrigues

Resumo


As relações dos profissionais de saúde dependem do entendimento das mensagens, i.e, do esclarecimento dos pacientes. A emancipação efectiva, fiável, surge como um objectivo individual e como expectativa do que se pode esperar do nosso semelhante: que a sua autonomia se consagre e nos permita agir igualmente, à nossa maneira. Ora, todas as dificuldades daquela fase acabam por se projectar na eficácia da segunda, mas esta, deve abandonar a mera outorga de formulários, mas outrossim, registando, garantir o discernimento, a suficiência da informação e a manifestação da vontade. É algo mágico: daqui a opção por um elixir da recusa.

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